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Os cruzeiros turísticos numa abordagem multidisciplinar |
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Foi muito original o local escolhido para o lançamento e apresentação do livro “Abordagem Multidisciplinar dos Cruzeiros Turísticos”: a bordo do navio de cruzeiros norueguês “Boudicca”, da companhia Fred Olsen Cruise Lines, no dia 5 de Abril, no porto da cidade de Portimão. Livro importante no seu género, tem a colaboração de vários autores e a coordenação de Ericka Amorim, Cyntia Andrade, Peter Tarlow, Valéria Mariotti e Nina Cardona. A produção foi da Textiverso, de Leiria, constituindo o n.º 7 da sua colecção “Ensaio”.
Na sessão estiveram presentes, para além de duas das autoras, Ericka Amorim e Nina Cardona, o professor da Universidade do Algarve, Júlio Mendes, também autor, Luís Carito, vice-presidente da Câmara Municipal de Portimão, e ainda o comandante do navio, Magnus Rodburg, e Luís Monteiro, da Portimão Urbis.
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O exemplo de Aristides contado às crianças |
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Cabanas de Viriato, no concelho de Carregal do Sal, é a localidade onde está sediada a Fundação Aristides de Sousa Mendes, o Cônsul português que, em Bordéus, em Junho de 1940, concedeu vistos de trânsito a milhares de judeus refugiados, em transgressão das regras do governo de Salazar e por cuja atitude foi proscrito pelo regime. Foi nesta Fundação que decorreu, a 3 de Abril de 2012, a apresentação do livro “Aristides, o semeador de estrelas”, da autoria de Ana Cristina Luz, com ilustrações de António de Moncada Sousa Mendes, neto de Aristides (ver foto ao lado). É um pequeno livro de 16 páginas, produzido pela Textiverso. A sessão teve lugar durante a homenagem prestada a Aristides de Sousa Mendes no dia em que se completaram 58 anos sobre o seu falecimento (3 de Abril de 1954).
Nesse dia, foi celebrada uma missa em memória do Cônsul e escutado o Ave Maria, de Schubert, no final. Seguiu-se uma romagem ao cemitério. Durante o almoço, o Coro Slava interpretou algumas melodias, tendo-se seguido a apresentação do livro com a presença de familiares de Aristides de Sousa Mendes e amigos da Fundação.
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A cultura popular no Soutocico |
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A população do Soutocico, da freguesia do Arrabal (Leiria), teve oportunidade de assistir, no dia 7 de Abril último, ao lançamento de um livro que muito lhe toca. Tem por título “O último patamar” e é da autoria de um filho da localidade, o Dr. Fernando Manuel Brites. A apresentação, que esteve a cargo do Dr. Orlando Cardoso, decorreu na sede do Clube Recreativo e Desportivo do Soutocico, antecedida da intervenção musical da Orquestra Juvenil do Soutocico e encerrando com um Porto de honra.
Orlando Cardoso evocou a sua ligação à região através de outras publicações, conhecendo bem o autor. Considerou que o livro em apreço denota duas vertentes na sua estrutura estilística: uma, praticamente ficcional, que aborda algumas das histórias da população local; e, outra, de carácter mais monográfico, que assenta sobretudo na representação popular do “Enterro do Bacalhau”.
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Manuela Ribeiro em digressão pelo país |
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A escritora Manuela Ribeiro, autora de vários livros para a infância e juventude, entre eles “Um Rapto em Londres”, em 4.ª edição através da editora Textiverso, tem vindo a fazer pelo país uma série de apresentações daquele título, parte delas no âmbito da Semana da Leitura.
Foi o caso, no dia 1 de Março, no Agrupamento de Escolas Verde Horizonte, em Mação, onde a Semana da Leitura decorreu entre 27 de Fevereiro e 2 de Março. Manuela Ribeiro teve encontros com alunos desde o 5.º ano até ao 11.º, num total de aproximadamente 175 alunos distribuídos por três sessões.
Grande parte deles já tinha livros da autora, e o 5.º e 6.º anos trabalharam nas aulas “Um Rapto em Londres”, pelo que a conversa foi bastante animada.
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O Dia de Miguel Torga em Leiria com uma edição bilingue do Guia da Cidade |
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 O “Dia de Miguel Torga em Leiria” foi assinalado no ano de 2012, a 4 de Fevereiro, com o lançamento de um novo guia da cidade, agora em versão bilingue (português e inglês), com o título A Leiria de Miguel Torga - Guia da Cidade / The Leiria of Miguel Torga - A city guide, da autoria de Carlos Alberto Silva, com produção editorial da Textiverso. A versão inglesa do texto é da Professora Doutora Maria Cecília Basílio, com revisão da Dra. Sandie Mourão. Ambas estiveram com o autor na sessão de lançamento, a todos tendo sido oferecido um ramo de flores pela Presidente da Junta de Freguesia de Leiria, Dra. Laura Maria Esperança.
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As primeiras memórias do Correio de Leiria |
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 Em sessão mais ou menos privada, foi apresentado na Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira, em Leiria, no dia 21 de Janeiro de 2012, mais um livro da autoria de D. Alda Sales Machado Gonçalves, agora com o título Memórias do Correio de Leiria. Tem 160 páginas e foi uma produção da editora Textiverso, de Leiria, inserida na colecção “Tempos & Vidas” (n.º 17), com o patrocínio da Fundação Caixa Agrícola de Leiria. Como se escreve na contracapa, «o grande objectivo deste livro é dar a conhecer aos Leirienses a história dos Correios em Leiria, sobretudo desde a oficialização do Correio em Portugal pelo Rei D. Manuel I, passando pela mala-posta, mudas, estações de correio, introdução da distribuição domiciliária, carimbos nominais, carimbos de barras até às marcas do dia, caixas e marcos do correio, e até pela Filatelia».
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Invasões Francesas – Leiria, 5 de Março de 1811 |
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Título completo: Invasões Francesas – Leiria, 5 de Março de 1811: O incêndio da cidade – 200 anos Autor: Carlos Fernandes (org.) Colecção: TEMPOS E VIDAS, 13 ISBN: 978-989-8044-43-3 Nº de páginas: 240 Preço: 15 euros Disponibilidade: Disponível ENCOMENDAR
Sinopse:A 5 de Março de 1811, há exactamente 200 anos, as tropas francesas, já espalhadas pela região centro do país, iniciaram os movimentos de recuo, desencadeando, nos locais por onde passavam, todo o tipo de acções violentas e represálias que culminavam invariavelmente com o incêndio de cidades e aldeias. Foi isso que aconteceu em Porto de Mós, em Alcobaça, na Batalha, na Redinha e em Pombal, nomeadamente. Mas sobretudo em Leiria: «A cidade de Leiria foi uma das terras que mais sofreu com a invasão dos franceses em 1810: incêndios, imundícies e desolação de toda a espécie, era o que nela se via» - escreveu Luz Soriano.
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